Porque aceitaste

Porque aceitaste o fruto apodrecido
Depois de o teres sonhado forte e belo
Porque soubeste esperar porque calaste
Porque havia sempre sol ao pé de ti

Porque havia no modo como olhavas
Mãos de mãe pedaços de ternura
E a morte era uma rosa que colhias
E o teu silêncio tinha a luz da manhã clara




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