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	<title>Cidadela &#187; Textos em verso de Paulo Geraldo</title>
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	<description>Trabalhos de Paulo Geraldo</description>
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		<title>Vinhas de longe</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 21:17:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos em verso de Paulo Geraldo]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda a aldeia se debruçou sobre ti quando chegaste. Vinhas de longe e amarraste o teu cavalo à oliveira, Mas ainda não sabíamos que trazias um sol por dentro.
 Detidamente te olhámos depois: vimos como sorrias ou calavas. Deste passos entre nós e é certo que foste um dos nossos: Talvez termine aqui o teu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Toda a aldeia se debruçou sobre ti quando chegaste.<br /> Vinhas de longe e amarraste o teu cavalo à oliveira,<br /> Mas ainda não sabíamos que trazias um sol por dentro.</p>
<p> Detidamente te olhámos depois: vimos como sorrias ou calavas.<br /> Deste passos entre nós e é certo que foste um dos nossos:<br /> Talvez termine aqui o teu caminho&#8230;</p>
<p> Fica: se o nosso olhar puder deter-se em ti<br /> Teremos a alegria sempre connosco.<br /> Cantaremos guardando o rebanho e cuidando dos nossos campos.</p>
<p> Fica: podes passear entre as searas<br /> E conversar à noite com os nossos velhos.<br /> Contarás histórias aos pequenos e nós aprenderemos sorrindo.</p>
<p> Havemos de chorar, se tu partires&#8230; Não à tua frente,<br /> Mas as nossas ovelhas e os olivais da colina<br /> E o velho moinho saberão que estamos tristes.</p>
<p> É certo que te trazemos connosco enquanto trabalhamos<br /> Ainda que estejas lá em baixo, junto ao poço,<br /> Mas temos medo do tempo e desconfiamos de nós.</p>
<p> É que o nosso dia está cheio de regressos a casa<br /> E a mulher vem espreitar e os filhos enrodilham-se no arado:<br /> Nunca tivemos uma luz que o tempo não voltasse a trazer depressa.</p>
<p> Fica: talvez não saibamos ler-te na ausência:<br /> Sabemos onde é o poço,<br /> Mas o mundo pode ser para nós longe de mais&#8230;</p>
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		<title>Urna branca</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 21:17:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos em verso de Paulo Geraldo]]></category>

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		<description><![CDATA[Funeral. A morte veio de repente. Tocaram sinos. A escola fechou e nós vestimos Uma roupa diferente. A morte veio e trouxe a dor. A urna é branca: é uma flor Que lá vai dentro.
 Funeral. Há quem chore por estar triste E há quem chore Por lembrar que a morte existe.
Textos relacionados:A verdade Estás [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Funeral. A morte veio de repente.<br /> Tocaram sinos.<br /> A escola fechou e nós vestimos<br /> Uma roupa diferente.<br /> A morte veio e trouxe a dor.<br /> A urna é branca: é uma flor<br /> Que lá vai dentro.</p>
<p> Funeral. Há quem chore por estar triste<br /> E há quem chore<br /> Por lembrar que a morte existe.</p>
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		<title>Uma carta</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 21:13:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos em verso de Paulo Geraldo]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu seria capaz de deixar isto e procurar-te Nas minhas mãos há um cansaço destas coisas todas Estar em casa é semelhante a nunca estar em casa E sobra-me esta paz de estar aqui nos meus chinelos
 Há pouquíssimo pó nos móveis grandes que me cercam Abro a janela e nem por isso faço entrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu seria capaz de deixar isto e procurar-te<br /> Nas minhas mãos há um cansaço destas coisas todas<br /> Estar em casa é semelhante a nunca estar em casa<br /> E sobra-me esta paz de estar aqui nos meus chinelos</p>
<p> Há pouquíssimo pó nos móveis grandes que me cercam<br /> Abro a janela e nem por isso faço entrar o vento<br /> Se eu fosse atrás de ti iria atrás do que já fui<br /> Que era não ser nada e não ter nada e estar feliz</p>
<p> Há talvez um lugar onde fizeste uma cabana<br /> Talvez corras ainda atrás de coisas que não são<br /> E guardes junto ao fogo esse lugar que já foi meu<br /> Se eu fosse atrás de ti iria atrás do que já fui</p>
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		<title>O teu regaço</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 21:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos em verso de Paulo Geraldo]]></category>

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		<description><![CDATA[É bom saber que estás aí e te sentas junto ao poço com o teu sorriso É bom saber que o tempo  não te levou de o que eras
 Um dia voltarei destas loucuras cansado de correr atrás nem sei de quê Voltarei e haverá o meu lugar no teu regaço
 Tu não mudas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É bom saber que estás aí<br /> e te sentas junto ao poço<br /> com o teu sorriso<br /> É bom saber que o tempo <br /> não te levou de o que eras</p>
<p> Um dia voltarei destas loucuras<br /> cansado de correr atrás<br /> nem sei de quê<br /> Voltarei e haverá o meu lugar<br /> no teu regaço</p>
<p> Tu não mudas<br /> És aquela que está de pé<br /> e desafia o vento<br /> e esperas muda que eu desista<br /> e regresse dobrado pelo peso<br /> deste tão grande cansaço<br /> Tens um lugar sempre para mim<br /> no teu regaço</p>
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		<title>Recorda</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 21:04:49 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Textos em verso de Paulo Geraldo]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando vieres &#8211; sabemos que hás-de vir - Lembra que te buscámos entre as dunas, Que subimos montanhas, que chorámos Toda a vez que espreitando não te vimos.
 Recorda que te demos todo o tempo, A alegria e a dor de cada passo; Que se quebrámos foi por pequenez Da alma que nos deste e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando vieres &#8211; sabemos que hás-de vir -<br /> Lembra que te buscámos entre as dunas,<br /> Que subimos montanhas, que chorámos<br /> Toda a vez que espreitando não te vimos.</p>
<p> Recorda que te demos todo o tempo,<br /> A alegria e a dor de cada passo;<br /> Que se quebrámos foi por pequenez<br /> Da alma que nos deste e por cansaço.</p>
<p> Lembra-te bem de como é forte o vento,<br /> De como corta o frio no Inverno.<br /> Já não podemos mais. Não há tamanho<br /> Em nós para ir até ao fim do tempo.</p>
<p> E vamos deixar isto antes da hora,<br /> Encerrar este livro antes do fim.<br /> Perdoa que sejamos o que somos:<br /> Sabias que seríamos assim&#8230;</p>
<p> O tempo que nos deste foi de mais.<br /> Recorda que dissemos o teu nome<br /> Nas ruas, nos jardins, nos tribunais,<br /> Quando o nome era usado contra nós.</p>
<p> Quando vieres, traz fogo numa mão.<br /> Fará decerto falta. E se achares bem<br /> Deixa na outra espaço para o carinho:<br /> Foi a ti que chamámos nossa mãe.</p>
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		<title>Procura</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 20:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos em verso de Paulo Geraldo]]></category>

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		<description><![CDATA[Teus pés na areia o mar ali ao lado  Pessoas para quem não és ninguém  Não sabem que não sabes bem quem és 
 Buscas no mar sinais de outros assim  Que olhando entre gaivotas e rochedos  Se encontraram descobrindo onde perder-se
Textos relacionados:À noite na praia Quando fores  Um dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Teus pés na areia o mar ali ao lado <br /> Pessoas para quem não és ninguém <br /> Não sabem que não sabes bem quem és </p>
<p> Buscas no mar sinais de outros assim <br /> Que olhando entre gaivotas e rochedos <br /> Se encontraram descobrindo onde perder-se</p>
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		<title>Portugal</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 20:53:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos em verso de Paulo Geraldo]]></category>

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		<description><![CDATA[Vais no teu passo E o mundo pensando ir mais depressa Atrasa e guarda só o seu cansaço
 A tua lentidão é uma pressa Pesada profunda desmedida Não tens relógio nem isso te interessa Há um tempo em ti de amar a vida
 Do fundo do silêncio de viveres Gritas ao outro tempo não te [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vais no teu passo<br /> E o mundo pensando ir mais depressa<br /> Atrasa e guarda só o seu cansaço</p>
<p> A tua lentidão é uma pressa<br /> Pesada profunda desmedida<br /> Não tens relógio nem isso te interessa<br /> Há um tempo em ti de amar a vida</p>
<p> Do fundo do silêncio de viveres<br /> Gritas ao outro tempo não te sigo<br /> És como uma nuvem que dissesse<br /> Não vou contigo ó vento vens comigo</p>
<p> Acho que és semelhante ao alicerce<br /> Há em ti qualquer coisa que não parte<br /> Na confusão atroz de estar aqui<br /> Mas tu parecendo imóvel tens a arte<br /> De arrastar todo o mundo atrás de ti</p>
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		<title>Por ti</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 20:53:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os meus passos foram sempre de combate Pouco te olhei e não te fiz carinhos Andei sempre nos montes nos caminhos Mas é por ti que o meu coração bate
 Amei o inverno longe de ti Amei a noite amei a emboscada Mas se me sujava e se andava ali Era só por te amar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os meus passos foram sempre de combate<br /> Pouco te olhei e não te fiz carinhos<br /> Andei sempre nos montes nos caminhos<br /> Mas é por ti que o meu coração bate</p>
<p> Amei o inverno longe de ti<br /> Amei a noite amei a emboscada<br /> Mas se me sujava e se andava ali<br /> Era só por te amar e por mais nada</p>
<p> Sei que nunca fugi mas vou voltar<br /> Há uma forma melhor de estar contigo<br /> Vamos rir juntos vamos ver o mar<br /> Vou dizer coisas que há muito não te digo</p>
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		<title>Porque aceitaste</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 20:53:07 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Textos em verso de Paulo Geraldo]]></category>

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		<description><![CDATA[Porque aceitaste o fruto apodrecido Depois de o teres sonhado forte e belo Porque soubeste esperar porque calaste Porque havia sempre sol ao pé de ti
 Porque havia no modo como olhavas Mãos de mãe pedaços de ternura E a morte era uma rosa que colhias E o teu silêncio tinha a luz da manhã [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Porque aceitaste o fruto apodrecido<br /> Depois de o teres sonhado forte e belo<br /> Porque soubeste esperar porque calaste<br /> Porque havia sempre sol ao pé de ti</p>
<p> Porque havia no modo como olhavas<br /> Mãos de mãe pedaços de ternura<br /> E a morte era uma rosa que colhias<br /> E o teu silêncio tinha a luz da manhã clara</p>
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		<title>Permanência</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 20:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos em verso de Paulo Geraldo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca na água a escrita que fizeres Terá mais que o instante de a teres feito Há pedras na montanha escreve nelas Fica no que há-de estar depois de ti
Textos relacionados:Faz sol Posso morrer está tudo feito Não acabei nenhuma coisa fiz ...O cavaleiro Sou o cavaleiro e vou: O meu caminho não tem ...Obrigado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca na água a escrita que fizeres<br /> Terá mais que o instante de a teres feito<br /> Há pedras na montanha escreve nelas<br /> Fica no que há-de estar depois de ti</p>
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