Estão verdes

E parece-me que a história dos tempos em que vivemos é uma versão, gigantesca e ridícula, da fábula da raposa e das uvas. Temos, sem dúvida, uma inteligência que é atraída pela verdade, e uma vontade que se inclina para o bem. Mas, como verificámos que a verdade nos compromete e que o bem é difícil de alcançar, desistimos. E encontrámos uma forma de não nos considerarmos - e de não nos considerarem - desertores, falhados, derrotados.
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