paixão

O amor e o medo não podem andar juntos

Medo de que o casamento não corra bem?… O amor e o medo não podem andar juntos. Quem tem medo não entende nada de amor. Amar é, precisamente, não ter medo. É acreditar que se possui uma força imensa. Quem ama sabe que é também possuído e protegido pelo amor. E que, por isso, caminha noutra altura; voa por cima dos gelos, dos salpicos das ondas, das pedras aguçadas. Vai por cima de um mundo muito pequeno, nas asas de um fogo, em mãos de fadas. Possui outra dimensão. Parece-lhe que quem não ama é um morto-vivo…
(Paulo Geraldo)

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Não confundir o amor com a paixão dos primeiros momentos

Não confundir o amor com a paixão dos primeiros momentos, que pode desaparecer. O verdadeiro carinho cresce na medida em que os dois estão mais unidos, porque partilham mais. Mas para partilhar é preciso dar. Dar é a chave do amor. Amor significa sempre entrega, dar-se ao outro. Só pelo sacrifício se conserva o amor mútuo, porque é preciso aprender a passar por alto os defeitos, a perdoar uma e outra vez, a não devolver mal por mal, a não dar importância a uma frase desagradável, etc. Por isso o amor também significa exceder-se, fazer mais do que é devido.
(J. L. Lorda)

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Nenhuma pessoa é digna de ser amada

Se alguém nos mostrasse amor, devíamos reconhecer que não somos dignos dele. Nenhuma pessoa é digna de ser amada. O facto de Deus amar o homem mostra que, na divina ordem das coisas ideais, está escrito que o amor eterno deve ser concedido ao que é eternamente indigno. Ou, se essa frase te parece demasiado dura, digamos que todas as pessoas são dignas do amor, excepto as que pensam que o são. O amor é um sacramento que devia ser tomado de joelhos, e nos lábios e nos corações daqueles que o recebem devia estar «Domine, non sum dignus» [Senhor, não sou digno].
(Oscar Wilde, in De Profundis)

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